quinta-feira, 19 de junho de 2014

"Sem compromisso...

"Sem compromisso,
nossa vida será árida e estéril."

Certas características são tão inerentes ao cristianismo que negligenciá-las significa tornar-se um crente disforme. Uma delas é o compromisso. Um cristão sem compromisso é como um paradoxo. O descompromisso tem sido uma tendência na sociedade moderna. As pessoas estão cada vez menos comprometidas com suas responsabilidades, com seus empregadores e até com sua família. Carreira, casamento, amizade e até mesmo a fé – ou seja, valores enraizados na cultura ocidental – têm sido abalados ela falta de compromisso, sobretudo entre as pessoas mais jovens.
E a percepção não é apenas pela mera observação dos fatos e do comportamento das pessoas. Uma pesquisa feita em 2008 mostrou que mais da metade das pessoas com idades entre 20 e 24 anos estavam com seu empregador atual havia menos de um ano. O matrimônio, em especial, tem sofrido muito com esse quadro. De acordo com dados do último censo norte-americano, os adultos jovens estão se casando mais tarde do que nunca. Um documentário produzido pela PBS em 2006, intitulado A próxima geração, deu algumas dicas sobre o porquê dessa situação atual: desejo de aventura, interesse em progredir na carreira e permanência mais prolongada na adolescência.
A falta de compromisso também está atingindo duramente a religião. Estudos sugerem que a geração iPod chega ao cúmulo de escolher quais aspectos da fé deseja adotar para criar as suas próprias listas espirituais. A religião passa a ser o mesmo, então, que uma lista de meros interesses pessoais.
Entre os jovens adultos de hoje, a falta de vontade de se comprometer é alarmante. Eles são filhos de uma geração que viveu o apogeu da contracultura, entre as décadas de 1960 e 70, e expressam tal sentimento em seu apogeu. Em 1979, o sociólogo Robert Bellah realizou extensas entrevistas e pesquisas para compreender os chamados “hábitos dos corações” dos americanos médios. Muitos deles não tinham nenhum senso de comunidade ou obrigação social e viam o mundo como um lugar fragmentado de escolha e de liberdade, sempre no objetivo de obter o máximo em realização e conforto pessoal. Instados a expressar alguma forma de compromisso com algo ou alguém além de si mesmos, a maioria quedou-se silente.
Bellah chamou este comportamento de “individualismo ontológico”, uma crença não codificada segundo a qual o indivíduo é a única fonte de significado. O estudioso previu então como essa atitude iria, com o passar do tempo, afetar a sociedade em geral e até a Igreja. Como se vê, acertou em cheio. Desde então, temos visto uma quase ininterrupta marcha em direção ao autofoco, afetando todas as nossas instituições, mas sobretudo o trabalho, o casamento e a família.
Os blocos básicos da construção de uma sociedade pode se corroer se não existir compromisso daqueles que a compõem. No caso da Igreja, é cada vez mais urgente ensinar isso. Afinal, como é possível pensar em ser cristão sem um compromisso voluntário e total com a pessoa de Jesus? Por outro lado, além das ramificações para a sociedade como um todo, quando tal compromisso é recusado o mesmo negligenciado, perde-se uma das grandes alegrias da vida. Quando focamos tudo sobre nós mesmos, perdemos o grande sentido da existência, que outro não é senão conhecer e servir a Deus e amar e servir a nosso próximo.
Isso ficou claro quando 33 cientistas pesquisadores investigaram a relação entre o desenvolvimento humano e da comunidade em um importante relatório chamado Hardwired to connect. A pesquisa revelou que o ser humano é biologicamente preparado para encontrar sentido através de relacionamentos. Depois de quase oito décadas de vida, posso testemunhar sobre isso. Minha alegria maior é dar-me aos outros e vê-los crescer como conseqüência disso. É impossível descobrir isso sem que tenha compromisso com alguém. A primeira vez que aprendi isso foi presenciando meus pais cuidarem de meus avós, de maneira amorosa e espontânea, até o fim de suas vidas.
Vi isso também quando estava no Corpo de Fuzileiros Navais. Lá, ensinava-se aos recrutas como eu que compromisso com o companheiro de farda é tudo. Aprendi que, uma vez em combate, eu certamente morreria se o homem mais próximo a mim não me cobrisse, e vice-versa.
Esse tipo de compromisso total, feito de amor um pelo outro, é o que precisa acontecer nas igrejas. Ao abandonar o compromisso, a nossa cultura narcisista perdeu a única coisa que procura desesperadamente: a felicidade.
Sem compromisso, nossa vida individualista será árida e estéril. Sem compromisso, nossas vidas ficarão sem sentido ou propósito. Afinal, se não se vale a pena morrer por nada, também não vale a pena viver. Mas, com o compromisso, vem o florescimento da sociedade – de vocação, do casamento, da Igreja – e dos nossos corações. Esse é o paradoxo de Jesus, tantas vezes compartilhado quando o Senhor nos oferece para vir e morrer, a fim de que possamos verdadeiramente viver.

Fonte: Cristianismo Hoje
Traduzido por Joanna Brandão

domingo, 18 de agosto de 2013

crise de ASAFE..

Analisando a crise de ASAFE(salmos 73)... acabamos  entendendo sua crise..
No entanto o modismo da atualidade  é falar do sucesso, prosperidade de José, Daniel, Davi, Salomão... mas devemos lembrar que muitos passam pela crise de ASAFE....

Como diz Rui Barbosa,
 
De tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se o poder nas mãos dos maus, o homem chega a rir-se da honra, desanimar-se de justiça e ter vergonha de ser honesto. (Rui Barbosa)
 
Asafe chegou a desanimar da virtude, a desacreditar na caminhada.
 
Estão livres dos fardos de todos; não são atingidos por doenças como os outros homens
Salmos 73:5
 
Quantas pessoas não passam por está situação, quantos questionamentos surgem na caminhada da vida e nas impetuosas adversidades.
 
E grande maioria de lideres, pregadores, só falam de prosperidade, bondade, cura e sucesso.
E quando a crise de Asafe nos aflige? onde encontrar a resposta, será que Asafe foi para inferno por este questionamento?
 
Não precisamos olhar para vida do impio, de um ateu, basta ver a maldade humana dentro da instiruições religiosa, da desonestidade, da ingratidão, falta de carater, da soberba, da maldade....
 
 
Bem, Asafe no versículo final diz...Mas, para mim, bom é estar perto de Deus; fiz do Soberano Senhor o meu refúgio; proclamarei todos os teus feitos. Salmos 73:28.
 
Podemos sim sair da crise, somente olhando para o autor e consumidor da nossa Fé..Jesus.
 
Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus. Hebreus 12:2

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

eu sou o que a biblia diz que sou.........

Quando falamos a frase " Eu sou o que a biblia diz que sou"....devemos refletir...pois quando temos duvidas sobre algum assuntos devemos logo buscar na palavra de Deus, se ela diz que sim..é sim... caso contrário.....é não... é pecado..

...um dia  ouvi algo:... duas pessoas discutiam sobre um determinado assunto, e um deles respondeu, a bíblia fala sobre isso, e o outro com uma opinião forte disse,.. se a palavra diz, então é, e tá falado.. ... ou seja por mais que tenhamos um opinião formada, mas se a bliblia diz outra,,, o que deve prevalecer para o cristão é a Bliblía...por mais que não gostamos ou concordamos do que ela recomenda... ela sempre será o manual de instrução do Cristão. Se você não segue... não pode ser considerado um verdadeiro cristão, pois nesta caminhada temos mandamentos e regras para viver.



O povo cristão anda complicando demais esta caminhada,,,, é simples... devemos ser o que palavra manda ser...fazer o que ela manda fazer...Duvidas, leia a Bíblia...não entendeu, ore por sabedoria e entendimento...



Simples assim.... servir a Deus é seguir seus mandamentos.....

segunda-feira, 29 de julho de 2013

para reflexão

Às vezes, vejo estarrecida que as flores que plantei floresceram como ervas daninhas e me pergunto como pude permitir... Uma voz silenciosa me sopra o aviso: 'Andaste regando os canteiros errados. A terra, em sua sabedoria, somente fará justiça às sementes que plantaste quando aprenderes a fazer o teu jardim com mais cuidado e souberes esperar a ação do tempo no seu tempo'.


Aíla Sampaio