quinta-feira, 16 de agosto de 2012

ALMEJAR - ASPIRA O ESPISCOPADO

Fiel e a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. Timóteo 3:1-5

Uma palavra para reflexão, pois o texta fala sobre aspirar, almejar, desejar ou seja não fala de chamado, mas sim de aspirar (V. i.Ter desejo veemente. Ter pretensão) Almejar:v.t.Desejar ardentemente; ansiar; aspirar.
Devemos diferenciar o "chamado", de "almejar, texto a seguir fala do requisito..

Este e um artigo pulbicado achei interessante:
"Fiel é a palavra: se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja. É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito, pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?" I Timóteo 3:1-5

Até onde posso ver, esse texto apresenta a família como um referendo para quem almeja o episcopado (supervisão, função de quem é pastor.) Paulo orienta seu discípulo sobre as bases para a unção do ancião. Em primeiro lugar, deixa claro que não há nenhum problema em alguém querer a função de bispo (supervisor do rebanho de Deus). Fiel também é a palavra: se alguém aspira o episcopado, excelente obra almeja, (v.1) Em segundo lugar, apresenta os pré requisitos que tornam uma pessoa possível de ser ordenada pastor. E, nestes, encontramos uma referencia de como cuidar de nossa casa, (v.4).

Uma pessoa, entre outras qualidades, para ser considerada como postulante ao pastorado, tem de governar bem a sua casa. Seus filhos tem de ser disciplinados e respeitosos. É essa realidade familiar que atesta se o candidato é ou não um líder. É algo a ser observado antes da ordenação, (vs.4-5). Essa, penso, é a relação entre a família do ministro e o seu ministério. A família respalda o seu ministério, porém, não necessariamente, ministra com ele.

Na história recente da igreja, entretanto, tem sido cobrado que a família do pastor ministre com ele: os filhos tem que ser lideres exemplares, a esposa, além de organista, tem de estar liderando as senhoras e o serviço social. Mais que a família do pastor, tem de ser uma família de pastores.

Curiosamente esse é um fardo que, em geral, só é colocado sobre a família do pastor. Os demais oficiais da Igreja ficam isentos: a família do presbítero não tem de exercer presbiterato, a do diácono não tem de exercer o diaconato. Porém, a família pastoral, pôr meio de, na maioria das vezes, meias palavras, se espera um exercício de pastorado: - "mas você não é o filho do pastor?"

Essa sobrecarga injusta acaba por gerar, no pastor e na sua família, um estresse insuportável. O ministério, ao invés de fonte de benção, converte-se em fonte de neuroses e sofrimento. E fica pior se o pastor adota essa mesma postura, tornando-se assim, o algoz da própria família.

Para o bem da Igreja, do pastor e de sua família, seria bom se a comunidade compreendesse que a família do pastor não é co-pastora e tem de ser pastoreada como qualquer outra. A família concede ou não ao cristão autoridade para postular o ministério. No demais, a família do ministro é apenas mais uma família da comunidade, que merece ser tratada como qualquer outra, isto é, bem tratada.

Ariovaldo Ramos Missionário da Sepal e pastor da Igreja Reformada Plena de
No entando a palavra diz aspirar, desejar algo, então devemos reconhecer que para Ser um Pastor, Bispo, lider .... devemos almejar. não somente achar que tem o chamado. E faze-la em excelencia, ter atitudes.

Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
Mateus 22.29

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Escala de Valores Igreja - Pr. Luciano Subirá

Escala de Valores
Primeiro Deus - por último a Igreja !


A escala de valores de muitos cristãos está desordenada. Deixamos que aquilo que é urgente tome o lugar daquilo que é importante. Portanto, mesmo tendo os valores e prioridades devidamente ordenados no conceito mental, alguns de nós não conseguem tê-los na prática. A primeira coisa a ser feita ao ordenarmos nossos passos, é conhecer a escala de valores do ponto de vista de Deus. Depois, é lutar por fazê-la funcionar!




Deus em Primeiro Lugar

Não há nada, absolutamente nada que possa ocupar o primeiro lugar de nossas vidas, a não ser Deus. O mandamento dado a Moisés foi lembrado e enfatizado pelo próprio Senhor Jesus:

Aproximou-se dele um dos escribas que os ouvira discutir e, percebendo que lhes havia respondido bem, perguntou-lhe: Qual é o primeiro de todos os mandamentos?

Respondeu Jesus: O primeiro é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor.

Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças.

E o segundo é este: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que esses.
(Marcos 12.28-31)

Amar ao Senhor de todo o nosso coração, alma, entendimento e forças, é colocá-lo em primeiro lugar nas nossas vidas.

Jesus deixou bem claro a qualquer que quisesse seguí-lo como discípulo, que deveria reconhecê-lo em primeiro lugar em suas vidas, na frente das pessoas que normalmente nos são as mais amadas e queridas:

Se alguém vier a mim, e não aborrecer a pai e mãe, a mulher e filhos, a irmãos e irmãs, e ainda também à própria vida, não pode ser meu discípulo.
Quem não leva a sua cruz e não me segue, não pode ser meu discípulo.
Assim, pois, todo aquele dentre vós que não renuncia a tudo quanto possui, não pode ser meu discípulo.
(Lucas 14.26,27 e 33)

O Senhor deve estar na frente dos pais, cônjuges, filhos e qualquer outro familiar. Deve ser o primeiro valor em nossa lista ou escala de prioridades. Deve vir antes de nossa própria vida. Deve vir antes de nossos bens ou qualquer outra coisa. Quando falamos sobre o Deus vir antes, não é porque as coisas que nos dispomos a renunciar não tem mais lugar em nossas vidas e sim que elas vêem depois.

Por exemplo, se o meu cônjuge, incomodado com minha fé me dá um ultimato e me manda escolher entre ele ou Deus, me disponho a sacrificá-lo e ficar com Deus, pois Deus é o maior valor de minha vida. Mas, se mesmo não sendo cristão, meu cônjuge não se importa que eu busque ao Senhor, então ele passa a ser meu segundo maior valor ou prioridade (1Co 7). O primeiro lugar de nossa vida, indiscutivelmente é de Deus:

Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. (Mateus 6.33)

Isto não quer dizer que as outras coisas não cabem em nossas vidas, mas que elas vêem DEPOIS de Deus.




Família em Segundo Lugar

Muita gente tem errado ao pensar que a igreja ou o ministério vem depois de Deus. É como um caso que ouvimos. Uma senhora do interior de São Paulo disse que Deus a chamou para uma missão e desapareceu de casa por mais de um mês. Quando os irmãos da congregação perceberam o que estava acontecendo, tiveram que cuidar dos filhos desta mulher que não tinham o que comer e nem vestir. O marido estava furioso porque roupas chegaram a apodrecer no tanque enquanto a família aguardava ansiosa o término da missão.

Isto é um absurdo! Uma mulher destas nunca leu a Bíblia! Até no caso de diminuir a intensidade do contato físico para se dedicar à oração, o casal deve estar em acordo (1Co 7.5). Mas aquela mulher não consultou seu marido, ela apenas disse: - Deus me chamou e eu estou indo. E ainda por cima dizia que o marido era carnal a ponto de não discernir a voz de Deus...

Veja o que as Sagradas Escrituras ensinam acerca do lugar da família na nossa escala de valores:

Mas, se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos da sua família, tem negado a fé, e é pior que um incrédulo. (1 Timóteo 5.8 )

Não há dúvida que a família é nossa segunda prioridade depois de Deus. Se alguém negligenciar sua família por causa da igreja, do ministério, ou de qualquer outra coisa, por mais espiritual que pareça, está contra a Palavra de Deus! Paulo disse que tal pessoa está negando a fé e é pior do que um incrédulo! Agora veja, Paulo estava falando com os crentes que iam à igreja mas estavam negligenciando o lar. Logo, concluímos que a família vem antes da igreja na nossa escala de valores.

Há um outro texto que mostra claramente a família como uma prioridade antes da igreja e do ministério. É o conselho pastoral que Paulo queria estender a todos os ministros debaixo da supervisão de Timóteo:

É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, ... que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus?) (1 Timóteo 3.2,4 e 5)

Observe que o homem de Deus deve ser exemplar quanto à sua família. Fiel à sua esposa, e governando bem sua casa e seus filhos, caso contrário não poderá cuidar da igreja e ministério.

A Palavra de Deus não deixa a menor sombra de dúvida quanto ao lugar que nossa família deve ter na nossa escala de valores. Mas muitos cristãos tem negligenciado a sua família. Muitos pais que não dão tempo e atenção aos seus filhos se queixam de vê-los desviados, mas não se apercebem que estão andando em desordem. Há esposas perdendo seus maridos e vice-versa, porque não os colocaram no lugar certo na escala de valores. É hora de ordenarmos nossos passos e darmos a atenção, honra e dedicação devida à família.




Trabalho em Terceiro Lugar

É impressionante a facilidade com que nos levamos aos extremos. De um lado, temos na igreja, pessoas que são viciadas em trabalho e cujas vidas não estão em ordem, pois desrespeitaram a escala bíblica de valores, pondo o trabalho em primeiro lugar. De outro, temos aqueles que relegaram ao trabalho o último lugar na sua escala de valores, ou que nem mesmo colocam o trabalho em suas prioridades!

Quando a Bíblia fala daquele que não cuida da sua família sendo pior do o descrente (1 Tm 5.8 ), está falando, no contexto, sobre sustento material, sobre provisão das necessidades físicas. Um cristão que não leva a sério o trabalho, à ponto de deixar sua família passar necessidade, está violando dois valores importantíssimos que vem logo depois de Deus!

O trabalho é uma ordem bíblica. É o meio do homem sustentar sua casa e viver dignamente. Além disto, por meio do seu ganho ele também poderá servir ao reino de Deus e ao necessitado:

Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado (Efésios 4.28 )

A Palavra de Deus também diz que aquele que não trabalha está andando desordenadamente, fora do plano divino:

Porque, quando ainda convosco, vos ordenamos isto: Se alguém não quer trabalhar, também não coma. Pois, de fato, estamos informados de que entre vós há pessoas que andam desordenadamente, não trabalhando; antes se intrometem na vida alheia. A elas, porém, determinamos e exortamos, no Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando tranqüilamente, comam o seu próprio pão. (2 Tessalonicenses 3.10-12)

O mandamento de Deus é claro: quem não trabalha, não deve ser sustentado pelos outros! Cada homem tem a obrigação e responsabilidade de se envolver com o trabalho; isto não apenas o proverá quanto às suas necessidades, mas ocupará corretamente o seu tempo, livrando-o de outros problemas. Paulo se orgulhava de nunca ter sido um peso para ninguém, e de suas próprias mãos (seu trabalho) terem lhe provido o sustento (Atos 20.34).

Mesmo quando Deus chama alguém para o ministério de tempo integral (o que também é trabalho), deve-se ter a sensibilidade de reconhecer que em determinados momentos, devido à falta de recursos, nada há de errado em se trabalhar secularmente até que a condição de sustento mude; foi isto que aconteceu com Paulo em Corinto (Atos 18.1-5).

Na vida dos que se dedicam de tempo integral, o ministério se enquadra na prioridade trabalho. Jesus ao enviar seus discípulos para pregar e ministrar ao povo, aplicou a eles o termo trabalhadores e mencionou seu direito de salário, que é a recompensa legítima do trabalhador (Mateus 10.7-10).

Alguns estudantes crentes não sabem onde devem colocar seus estudos nestas escala. Considerando que o estudo é um meio de profissionalização e preparo para melhores trabalhos, deve ser colocado no mesmo lugar que o trabalho.

Algumas famílias conseguem manter seus filhos somente estudando sem que trabalhem, mas a maioria não. Portanto devemos aconselhar e encorajar nossos jovens que enfrentem a correria de exercer as duas atividades, pois independentemente da necessidade financeira o trabalho engrandece e amadurece a pessoa.




Igreja em Quarto Lugar

Para muitos parece falta de espiritualidade deixar a igreja depois da família e do trabalho, mas esta é a forma correta de encarar nossas prioridades. Mas note que estamos falando de valores e sua ordem, e não sobre a escolha de quais destes fatores terão lugar ou não em nossas vidas. Todos eles devem ter lugar em nossas vidas. O fato da família vir antes que a igreja, não me dá o direito de não ir à igreja. Isto significa apenas que eu não devo negligenciar minha casa por causa da igreja, mas não me dá o direito de abandonar a igreja. Muitas pessoas não vão aos cultos para passear com a família, e isto é errado. Devemos passear com nossos familiares, mas isto deve ser programado a fim de não coincidir com outros valores, como o horário do culto na igreja.

Não podemos deixar de nos envolver com a igreja:

não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia. (Hebreus 10.25).

É necessário que o crente em Jesus seja fiel em freqüentar sua igreja. Não apenas porque ali ele é edificado e fortalecido, mas principalmente porque esta é forma de andarmos debaixo de cobertura espiritual. Precisamos uns dos outros; precisamos do relacionamento com os irmãos! A Bíblia diz que o que vive isolado insurge-se contra a verdadeira sabedoria (Provérbios 18.1).

Embora vindo depois da família e do trabalho, a igreja é um valor precioso que deve vir antes de qualquer outra coisa ligada à vida social.

Se dermos o valor devido a cada uma destas atividades, mantendo-as em ordem na escala de valores e respeitando esta ordem em nosso dia-a-dia, deixaremos de ter muitos dos problemas que já tem nos incomodado.

Pr Luciano Subirá

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O CRITICO ..

O Crítico


Escrito por José Rodrigo de Almeida

Dom, 04 de Janeiro de 2009 16:41

Tenho a impressão que o crítico no fundo de sua alma seja uma pessoa frustrada por não realizar. As pessoas com senso crítico mais aguçado que conheço geralmente criticam a tudo e a todos e às vezes percebo que criticam só por criticar.


Existem pessoas que acreditam que sabem como as coisas deveriam ser feitas, conhecem a solução para tudo e dizem como as outras pessoas deveriam agir e pensar. Olhando para suas próprias vidas, para seus negócios e para a sua família, percebo, muitas vezes, que não aplicam seus ensinamentos ou a sabedoria que julgam ter. Os extremamente críticos geralmente vão mal nas suas atividades, sua família é desestruturada e sua vida está longe do ideal.


Acredito que a crítica se torna um anestésico para os fracassados, que quando se sentem impotentes em relação ao realizável passam a criticar.


Já falei num texto anterior sobre aquelas pessoas que justificam suas faltas e suas falhas em cima dos erros do outro, ou seja: eu devo, mas o fulano deve mais, como se isso o anestesiasse de sua própria incapacidade demosntrando não uma qualidade sua, mas um defeito do outro.


Gostaria que o leitor lembrasse de uma pessoa de seu convívio que critica com facilidade e com regularidade e fizesse uma análise em relação àquela pessoa. É feliz, é bem visto, tem sucesso profissional, sua família é exemplo?


Aprendi a valorizar as intenções, as tentativas e o trabalho do outro. Hoje, evito criticar pessoas e negócios dos quais não tenha profundo conhecimento a respeito. Também não critico tentativas frustradas, sejam elas qual forem porque valorizo a labuta do outro e suas boas intenções.


Infelizmente, em nossa sociedade pessoas perdem muito tempo com pensamentos negativos, cetiscismo e pragmatismo, tornando-se críticos contumazes de tudo e de todos, esquecendo-se que a energia empregada na crítica poderia ser revertida para soluções e projetos. Sou adepto da máxima “não critique, faça melhor”.

Existe em nosso convívio um grupo de pessoas que denigrem aquilo que lhes é primordial, ou seja, criticam a cidade esquecendo-se que vivem nela, criticam órgãos de imprensa sem se lembrar que são essenciais para a sua informação, criticam pessoas que geralmente conseguiram melhor posição, esquecendo-se de olhar para o próprio umbigo, criticam empresas não se lembrando que dependem delas e sua evolução está intimante ligada ao seu crecimento. Criticam só por criticar, porque não aprenderam e respeitar o outro!


Antes da crítica deve vir o respeito! O respeito à história do outro, ao trabalho, à dedicação, à intenção e também, ao resultado, que quando insatisfatório ainda poderá ser melhorado.


O que não é passivel de melhora ou de aperfeiçoamento é exatamente o resultado da crítica vazia. O que se aproveita da degradação de algo?


Óbvio que todos nós temos nosso senso crítico que normalmente deve pautar nossas ações, ou seja, devemos analisar os erros, as falhas e as faltas dos outros para direcionarmos nossa vida para outro lado, evitando repetir aquilo que percebemos não ser positivo, aquilo que não deu certo.


Mas imprimir críticas sem critérios, seja lá contra o que for ou contra quem for não me parece correto.


Alguns orgãos, pessoas ou profissionais tornam-se alvo fácil de críticas, muitas vezes emitidas por pessoas que têm interesse no seu fracasso. Proponho começarmos a analisar os pontos positivos de todos antes de sublinhar os negativos.



O positivismo, o elogio, o reconhecimento ao trabalho e o respeito podem produzir excelentes reações, felicitar pessoas e ajudar negócios a se desenvolver beneficiando a todos.



Não critique, realize! Pense duas vezes antes de criticar, analise se você está dando o exemplo ou se tem se dedicado realmente com mais afinco áquilo que está criticando.


José Rodrigo de Almeida

http://teias.com.br/site/index.php?option=com_content&view=article&id=46:o-critico&catid=1:gestao-de-pessoas&Itemid=2




terça-feira, 1 de maio de 2012

Self Cursos: Baixo desempenho da equipe. O que o líder pode faz...

Self Cursos: Baixo desempenho da equipe. O que o líder pode faz...: Por  Patrícia Bispo Mesmo que uma liderança conte com um time formado por profissionais qualificados com competências técnicas e c...


Mesmo que uma liderança conte com um time formado por profissionais qualificados com competências técnicas e comportamentais, bem como altamente comprometidos com suas atividade, é possível que em determinado momento seja observado um momento de queda na performance dos profissionais. Por isso, o líder deve ficar atento aos primeiros sinais de um desempenho negativo junto aos membros da sua equipe. Confira abaixo, algumas ações que podem ajudar a liderança a lidar com uma situação como essa.

1 - Faça uma avaliação de sua gestão. Tente identificar não apenas os pontos considerados fortes, mas também aqueles fracos e que precisam ser trabalhados. Afinal todo profissional precisa estar em constante processo de evolução seja técnico ou comportamental e a liderança não é uma exceção.

2 - Realize um levantamento dos principais fatores que ocorreram nos últimos meses na empresa e que podem ou não ter influenciado o comprometimento, a entrega dos colaboradores da sua equipe.

3 - Caso existam ferramentas como pesquisa de clima organizacional, analise os resultados obtidos e veja se algum fator pode estar afetando direta ou indiretamente a realidade da sua equipe.

4 - Se possível, converse com outros gestores para saber se o problema da baixa de desempenho é um problema isolado da sua equipe ou se o mesmo está sendo evidenciado em outros setores da organização.

5 - Existe presença de conflitos na equipe e os fatores conflitantes que estejam prejudicando o clima? Se você não parou para observar esse detalhe, fique mais atento.

6 - As metas estabelecidas para seus liderados são utópicas? Ou seja, podem ser alcançadas em período pré-estabelecido ou eles estão altamente estressados com o volume de trabalho e prestes a entrarem no "desespero" para atingirem as metas? O ser humano tem limites, não esqueça.

7 - A empresa oferece as condições necessárias para a obtenção de resultados? Caso contrário, busque alternativas junto à diretoria e troque ideias com sua equipe para que as atividades sejam otimizadas e todos tenham um melhor aproveitamento em suas respectivas atividades. Nesse momento, o espírito de equipe sempre é um diferencial.

8 - Conversar com os membros do time em duas linhas: coletiva e individualmente. Procure identificar, na visão do time, quais os fatores que estão afetando o desempenho da equipe.

9 - Quando necessário, reavaliar as estratégias e adote novas ações para a obtenção dos resultados mais expressivos. Muitas vezes, soluções consideradas simples são a solução para problemas que podem ganhar proporções significativas.

10 - Não espere chegar os 45 minutos do segundo tempo, para somente entender que é preciso tomar uma decisão para reverter a situação que está comprometendo o desempenho do time. Não pense que tudo será solucionado em um ou dois dias, porque o tempo não espera nem por aqueles que têm boa vontade.


Palavras-chave: | equipe | produtividade | estilo de liderança |

segunda-feira, 9 de abril de 2012

AVIVA PINHAIS - 2012

Confirmada a cantora Livia Gavazzi no AVIVA PINHAIS - 2012
20 a 22 de abril - Igreja do Avivamento.







terça-feira, 3 de abril de 2012

Alcançando Intimidade com Deus - Parte III

Alcançando Intimidade com Deus - Parte III




Quando há intimidade há transformação de dentro para fora

“A intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais ele fará conhecer a sua aliança.” (Salmos 25.14.)

A intimidade é o elemento espiritual fundamental que todo o cristão deve buscar, pois se trata de um relacionamento profundo com Deus. Porém,  infelizmente, o Corpo de Cristo não tem dado o devido valor.


É interessante observar a definição da palavra “intimidade”, segundo o Dicionário Aurélio: “Vida íntima; vida particular”; “Que está muito dentro; Que atua no interior; Muito cordial, afetuoso; Estreitamente ligado por afeição e confiança”. Ressalta-se aqui a definição que diz que o íntimo “atua no interior”.


Ser íntimo de alguém requer tempo e esforço para conhecer e ser conhecido por esse alguém como você realmente é.


Intimidade é conhecer o outro profundamente. É conhecer os anseios, os desejos e os segredos do coração do outro, assim é a intimidade com Deus: é conhecê-lo profundamente, atendendo aos desejos do Seu coração.

Quando há intimidade há transformação de dentro para fora, porque você está em Deus e Ele está em você. Assim como no casamento, se o relacionamento não for trabalhado, cultivado, o amor esfria, empobrece, você não conhece mais o outro e, assim, passa a se sentir sem identidade: “O que eu fiz?”; “Por que o Senhor não está feliz comigo?”.


Intimidade com Deus é um tesouro escondido e a ser explorado. Embora sabemos que a salvação é de graça, a intimidade tem um preço que nem todos estão dispostos a pagar. É o preço da disposição de tempo, de negar as coisas do mundo, de por um momento parar tudo para sentir e ouvir o que Deus tem a dizer.


Intimidade não é orar mecanicamente. É gastar tempo de diálogo com Deus como está escrito nos Salmos 139; é tempo de qualidade. Intimidade é para os que temem ao Senhor (Salmos 25.14), pois o temor é o primeiro passo para ter acesso à intimidade do Senhor, aos segredos do Seu coração.


Os que temem ao Senhor são atraídos por conhecê-lo, deixando-o agir em suas vidas não de forma limitada, mas em todas as áreas. Na intimidade Deus é participante e livre para agir em qualquer área ou circunstância da vida de alguém. Na intimidade Deus faz o que Ele quer e quando quer, no tempo determinado por Ele.

A intimidade tem alguns elementos importantes que descrevem sua definição:


Intimidade é sacrifício – de tempo, seja apropriado ou não, vivendo como imitadores de Cristo (Ef 5.1-2).


Intimidade é privilégio de poucos – Para os que o temem (Sl 25.14.), para os dispostos (Jr 33.3) e para os sinceros, retos (Pv 3.32).


Intimidade é desafio – quem está disposto? Novamente para os que o temem (Sl 25.14); para os que o buscam e o buscam de coração (Is 55.6 e Jr 29.13-14) e desafio para aquele que é limpo de mãos e puro de coração (Sl 24.3-5).


Intimidade é oferta – é o desejo de estar com Deus ofertando todo o seu ser em busca da presença Dele (Sl 27.8). Buscar a presença do Senhor é uma escolha, um ato de oferta.


Intimidade é amor e anelo pela presença com Deus – Sl 27.4; Sl 63. É amando-o sobre todas as coisas, honrando-o não apenas em oração, mas, principalmente, em atitudes. Honrando-o com o próprio corpo como templo do Espírito Santo (1Co 6.19). Nosso corpo como templo, tem que estar purificado para habitar o Deus Aba-Pai. O templo precisa estar reparado para que flua essa intimidade com Deus.

Reflita:
Você tem tido intimidade com Deus? Até que ponto?
Você realmente conhece a Deus?
Até que ponto você tem deixado Deus ser seu amigo íntimo atuante nas áreas da sua vida?
O que você precisa reparar nesta noite para ter essa intimidade com o Pai?
Ore, arrependa-se e repare seu altar, sua vida diante de Deus para que sua intimidade, sua presença flua entre nós.



O estudo de Intimidade com o Pai foi uma Compilação de alguns estudos sobre Intimidade com Deus, via internet, estou compartilhando e publicando por partes ....
Os artigos e textos interessantes sobre o assunto, estarei publicando no blog.
segue alguns links sobre o assunto

segunda-feira, 2 de abril de 2012

ALCANÇANDO INITIMIDADE COM DEUS - Parte II

PARTE II - 
ALCANÇANDO INITIMIDADE COM O PAI



O Senhor falava a Moisés face a face. Devemos ansiar por esse privilégio de conhecer Deus como Moisés conhecia. A parte mais importante dessa comunhão é escutar a voz de Deus (Falava o Senhor). Isso pode ser feito quando lemos a Bíblia com fé, meditamos naquilo que temos lido, e resolvemos, pela graça de Deus, pôr em prática tudo o que ali aprendemos. A teoria da Bíblia torna-se prática em nossas vidas com facilidade, basta querermos. Muitas vezes, não conseguimos falar abertamente com Deus, isso por causa do pecado; o que devemos fazer é pedir perdão a Deus em nome de Jesus Cristo. Aprendemos que a oração é um diálogo entre você e Deus. Jesus nos chama de amigos e nos convida a praticar constantemente a oração em Seu nome.

Temos dentro de nós o Espírito Santo que nos direciona em tudo, que nos capacita para uma oração eficaz (Romanos 8:26) ¶ E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.

 Somos canais de Deus para operação de Seus milagres. No entanto, precisamos ser canais limpos para que o poder de Deus se manifeste mais freqüentemente em nossas vidas.
A Bíblia nos orienta em Gálatas 5:16-22 16 Digo, porém: Andai em Espírito, e não cumprireis a concupiscência da carne. 17 Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis. 18 Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais debaixo da lei. 19 Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: adultério, prostituição, impureza, lascívia, 20 Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, 21 Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus. 22 Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. 23 Contra estas coisas não há lei. como andarmos em Espírito e combatermos a carne e com uma vida fundamentada em oração,  sem dúvida seremos cristãos vitoriosos. 

Provérbios 3:32 Porque o perverso é abominável ao SENHOR, mas com os sinceros ele tem intimidade.





Jack Hayford, pastor de uma igreja na Califórnia, certa vez disse que a oração não é uma experiência ^mística^ de algumas pessoas privilegiadas, mas um ato agressivo em face da impossibilidade.
Então orar é invadir o impossível e mover o coração de Deus. Quando oramos nos apropriamos das promessas que Deus tem para cada um de nós, pois só podemos ir a Deus através da oração que se torna um ato de fé. Na Bíblia encontramos várias passagens em que o ato de orar trouxe à existência grandes milagres. O próprio Jesus quando esteve aqui na terra desenvolveu o hábito da oração, Lucas 6:12 diz "Naqueles dias retirou-se para o monte a fim de orar; e passou a noite toda em oração".

Fonte: ministeriointimosdopai e www.webservos.com.br/gospel/estudos.
compilação de estudos sobre intimidade com Deus.

Parte III

Alcançando a Intimidade com Deus - Parte I


ALCANÇANDO INITIMIDADE COM O PAI

Texto – base: Êxodo 33:11 – “Falava o Senhor a Moisés face a face, como qualquer fala ao seu amigo”.

Definição de “Intimidade”, “Íntimo” – 1. Quem tem estreitas relações de amizade; 2. Que está na parte mais interna ou profunda; 3. Obtido mediante muita experiência.


1.    Quem tem estreitas relações de amizade – João 15:15 - pessoas que são amigas muito próximas; querem sempre estar juntas; fazer coisas juntas; não conseguem ficar longe uma da outra; essas pessoas sabem o que acontece uma com a outra; não cansam de conversar; há um diálogo aberto entre elas (diálogo, não monólogo).


JOAO 15:15 Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.

2.    Comunhão profunda – 1 Coríntios 1:9 – Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor.

Ter uma relação profunda com Deus é tão diferente que as pessoas que não tiverem essa experiência nunca poderão entender.
 É você mergulhar no Amor de Deus e não ligar para o que as pessoas dizem. “Mergulhar” é entrar inteiramente na água, e não deixar nenhuma parte do corpo pra fora. Esse tipo de relacionamento com Deus é exclusivo para aquelas pessoas que querem, realmente, ser amigas de Deus, querem ser íntimas d´Ele.


3.    A intimidade é obtida através da experiência – Quando temos em mente lutar por nosso crescimento espiritual, no decorrer dessa batalha, com dificuldades,provações, tentações, Deus vai nos colocando em níveis cada vez mais profundos de comunhão com Ele.

E como ter intimidade com Deus?
1. Reconhecer a importância e a total dependência de Jesus em nossas vidas:
- Sua majestade – Salmos 96:6
- Sua glória – Salmos 138:5
- Sua grandeza – Salmos 145:3
- Sua santidade – Isaías 6:3
- Seu poder – Salmos 21:13
- Sua bondade – Salmos 107:8

2. A santidade é essencial para uma comunhão com Deus (santidade no falar, no vestir, no pensar, no andar...): Hebreus 12:14

3. É necessário sermos obedientes: João 14:23

4.    Ter uma vida de oração: sempre estar com o pensamento em Deus.
I Tessalonicenses 5: 17 – sem cessar
I Timóteo 2:8 – em todos os lugares
Filipenses 4:6 – em tudo

5.    Ler e meditar todos os dias na Palavra de Deus: Salmos 119: 97



Fonte de pesquisa:MinisterioIntimosdoPai..

Parte II -